Por Matheus Soares
Desde 2009, Aaron Sorkin,
roteirista e produtor de televisão, desenvolvia uma série que girava em torno
de um canal de notícias. Após negociações, em 2011 a HBO finalmente começou a
produzir a tal história, que seria chamada de The News Room, centrada na redação do telejornal News Night, da
emissora fictícia Atlantis Cable News (ACN), comandado por um dos âncoras mais
populares da Tv a cabo, William McAvoy.
O enredo inicia com um debate
político, em que o apresentador é um dos participantes.
Após algumas perguntas incisivas sobre sua posição ideológica, Will mostra o
porquê de sua fama na televisão, ele não toma partido e foge de qualquer
resposta que possa incrimina-lo. No entanto, ao ser pressionado a responder
“Por que os EUA é o melhor país?”, o jornalista quebra qualquer passividade e
expõe, apoiado em dados, sua opinião sobre a sociedade americana.
Após o acontecimento, Will é
encaminhado a um SPA, onde passa algumas semanas até voltar à redação. Ao
retornar, ele não encontra sua antiga equipe e descobre que o chefe do
departamento de jornalismo, Charlie Skinner, contrata uma nova produtora para
seu jornal.
MacKenzie McHale, americana com sotaque
britânico, traz toda sua equipe de produtores para integrar o novo News Night.
Vinda do Iraque, onde cobriu as guerras americanas, ela também carrega consigo
o papel de modificar o telejornal e o seu apresentador. Reivindicar o quarto
poder e retomar a honra da profissão do jornalista são alguns dos objetivos que
McHale tentará trazer ao telejornal.
A partir desse momento, a série começa a
tomar fôlego. Juntos, toda a equipe trabalhará para trazer aos telespectadores
um jornalismo comprometido com a verdade, doa a quem doer. The News Room
consegue ser um programa estimulante para os jornalistas e, além de mostrar os
bastidores da notícia, ensina aos leigos como cobrar um jornalismo responsável.
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