Em 1984, um fenômeno foi notado nos jornais norte americanos: nas notícias de tragédias marítimas, sempre sobrevivia um gato.
Isso começou a se tornar frequente quando, em um desses acidentes, um bichano realmente se safou do desastre. Todos os periódicos esqueceram do animal, menos um jornalista, que o retratou como personagem principal da matéria.
Por terem sido "furados", os outros repórteres começaram a incluir um animal sobrevivente, e falso, nos desastres.
Fonte: Os elementos do jornalismo / Bill Kovach e Tom Rosenstiel
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